segunda-feira, 30 de maio de 2011




São os pequenos instantes da vida que fazem dela interessante.
Encontro de olhares, pequenos gestos, pequenos perigos que a tornam prazerosa.
Tinha me esquecido como a música faz parte de meu coração.
NADA COMO O TEMPO

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

desconhecido

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sobre o amor

Fiquei muito triste esses dias com que li em resposta a uma conversa com alguém que sempre vi com um garoto mimado mas doce, doce. E me perguntei como pude esperar tanto por alguém capaz de menosprezar o passado e mentir. Mas pelo menos pude ficar livre. E me perguntei : E agora? Deixar de ser romântica ... Como? rsrsrs Quem me conhece sabe que eu posso ser tudo menos objetiva ... Como uma artista mais para Modigliani do que para a objetividade e marketing de Pablo Picasso ... é um pouco difícil ... O amor, o que está por dentro é o que me interessa, mesmo que isso cause dores difíceis como a que sinto agora, mas que é melhor para mim do que um nada de aparências e enganos. E quem me conhece sabe que quando tomar uma decisão não há voltas nem palavras, nem nada que me faça voltar ou dar alguma chance.

Minha arte é feita de amor. E não pode ser diferente, é isso que borbulha em mim e que transforma a a minha vida em algo interessante. E até mesmo minha fé é no amor, ele que traz o divino.

Logo postarei mais obras, sei que demoro entre uma postagem e outra, mas produzir é assim mesmo, um processo.

Vou terminar com um texto sobre amor, e dizer que não tem nada de errado em esperar o seu príncipe, aquele que faria tudo por você, que não te abandonaria em momento algum, o da Távola redonda, quando você sabe o quanto merece alguém assim e não se importa em esperar, seja feita a vontade de Deus.


"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!"

William Shakespeare

sábado, 28 de agosto de 2010

O amor A Arte / animação para as aulas do Prof.Alan Richard

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Sobre minha primavera / Segunda animação

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Essa acima foi a minha primeira animação, como vêem há diversos defeitos e algumas coisas poderiam sem bem melhores. Na segunda animação, que postarei mais acima, além de precisar de tempo maior para entendimento, havia todos os defeitos da outra. Fiz entre 2005 e 2006 ... nas aulas de arte e mídia da universidade. lembro-me que na época achei que o percurso de um ano era algo longo de mais para o meu conceito, mas que estava animada com as aulas e tudo mais. Sei também que depois desta experiência quando o professor Alan falou que queria uma animação achei ele bem louco e sem noção, porque em duas semanas seria impossível... rs ... Ainda acho, porque minha animação está rodando, não lembrava que tinha de diminuir a resolução e o arquivo é grande ... e nem coloquei música ... Mas tenho fé ... rs

Lembro que estava animada durantes as aulas que tive em 2005, e que fui perdendo esse ânimo durante as aulas, primeiro porque era muito, muito, mas muito técnica, apesar de ser uma professora que comandava a mídia da TV Cultura ... Eu sempre amei animação, até hoje apesar desta experiência. Animação, Vídeo Arte ... que era as aulas dela, mas não havia criação, nem compaixão com a gente, parecia que se fazia de tudo para que desistissemos ...

Um dos grandes defeitos desse vídeo é a movimentação, mas não foi dito em nenhum momento para contar da nossa movimentação natural, para sabermos quantos frames precisaríamos. O professor Alan falou isso nas aulas, e penso que poderia parecer insignificante mas isso é algo que ajuda muito, não só dizer no final que está errado.

A liberdade de se fazer em grupo ou individual também achei interessante, porque precisei brigar muito com ela para fazer sozinha. E nem sempre o grupo ajuda, muitas vezes só atrapalha. Sempre brinco que em relacionamentos de modo geral, que se é para fazer sozinha ou estar sozinha em momentos importantes, prefiro estar logo sozinha, se é só os problemas próprios que interessam, então não há interesse nenhum para mim em algumas pessoas. Fora que eu queria aprender, queria fazer, e isso a gente só aprende fazendo mesmo, na prática. Errando e refazendo.

Ainda acho que o professor Alan é louco ... rs Afinal a animação está lá rodando ... rsrs E não é mais como na universidade, somos todos ocupados, damos muitas aulas, fora nossda vida pessoal que sempre cobra tempo. E três semanas é pouco tempo e escasso.

As aulas de mídia me devolveram um pouco daquela fome por fazer de novo, uma vontade de produzir algo bom, de pensar de novo em vídeo arte. E principalmente que não é tão técnico assim, é fácil ... Pelo menos há a vontade de novo.

Não sei se concordo com algumas coisas que ele disse na aula. Não acho que um professor faria um vídeo game chato, pelo menos os de arte, porque há artistas professores, e que seguram sua platéia de alunos com vigor e com eles adorando as aulas, sem dormir, e buscando novas formas de pensar, e nunca são chatos. Então acredito que também são capazes de fazer isso em um vídeo game.

Concordo com o fato de a autoria ser um pouco perdida nas mídias, mas que o fato de você poder colocar, fazer seus próprios livros, publicar e divulgar seu trabalho sejam coisas ótimas. Poder fazê-lo sem apadrinhamentos ou politicagem é algo fora do comum a meu ver. No saldo acredito que as aulas foram proveitosas, cheias de pensamentos e formas novas de se fazer média.

Continuo detestando vídeo game mas isso é outra história ... rs

Escrito 25/08/2010
Kely Teixeirinha